quinta-feira, agosto 01, 2002

poeminha criado na hora de uma vida, para muitas horas da vida*:

Aviso

Às vezes finjo que não te conheço, mas você vem.
E cortaria céus e aventuras distantes,
claros como a água de virgem cachoeira.

Às vezes acredito que posso te enfrentar: o que tem?
E veria um imenso dilúvio feroz de loucuras constantes,
mal feroz, minha perdição, minha asneira.

Às vezes penso em te largar,
e perceber de quantos lamentos são feitos a escuridão,
Vida, aquilo que chamamos de vozes, algum lugar:
algumas vão e vão, outras vêm e vêm - traição!

Tudo que faço, quero, sinto, o luar.
Tudo jogado na cama, assim,
uma carteira, jornais, mesa de bar,
Mas viu ressaca maldita, hoje sai de mim!

*postado no Culpa Sua! Também

terça-feira, julho 30, 2002

Há quanto tempo?

Grande Turma do Funil!!! Como estão, companheiros? Estou regressando de uma viagem que fiz para Tiradentes, São João Del Rei e Ouro Preto. Vou contar pra vocês que esse deveria ser o próximo paradeiro dessa turma. Em Ouro Preto estava acontecendo o famoso Festival de Inverno e é um lugar em que lá habita a História e ao mesmo tempo muitas histórias - histórias de começos constantes (e finais indeterminados), até o dia raiar. Um lugar em que cada rua é motivo de conversa, e cada conversa é motivo para mais conversa - e bebidas.

Lá o whisky chama-se chachaça, só que não essas porqueiras que estamos acostumados a ver em São Paulo. Não. Cachaças envelhecidas, de alambiques com tanta história que às vezes penso que ainda há muita Inconfidência para acontecer. Aliás, a cachaçaria chamava-se "Confidências Mineiras" e a marrrrdita (sim, a dita cuja, ou safada ou ainda suor de alambique) chamava-se Caminho Velho (algo como um Johnnie Walker feito da cana). Uma bebida que sempre precedia os goles nas cervejas e que a cada momento explicava melhor a mulher mineira, e seus trejeitos e mistérios. Enfim, tudo pareceu fazer o maior sentido do mundo, mesmo sendo este sentido às vezes como roto ou quebrado por um pouco de sono ou do cansaço acumulado de quem dormia apenas 5 horas por dia (por dia, e não por noite!) e ainda assim achava que estava perdendo coisas...

Bom amigos, deixa eu voltar ao trabalho que essa semana começou acelerada... E vamos que vamos! Aguardo novas convocações para o templo sagrado desta tão pretimosa Turma, qual seja, a Baccio. Abracetas e que o whisky seja sempre o antepenúltimo,

Juanito Caminero (versão paraguaia)...

sexta-feira, julho 26, 2002

Salve! Salve! Amigos do Funil!
Amanhã vai raiar mais um sábado em nossas vidas, mais um não, menos um!
Nesse ritmo de vida que os funileiros levam, mais é menos, que tristeza...
O importante é não fugir do pleito, se convocado se apresentar e quebrar tudo!
Dim terim tomando choppin com os amiguim!
Esse é o lema, todos mastigando a língua prontos para botar pra fuder....
Amanhã teremos não só no Warm Up, mas na prova também a ilustre presença de Michelle Alboreto que prometeu sambadinha no pódium...
Frank, recado para o meu amigo Frank Trieste, 2 gfas amanhã é pouco, tô com sede, um POCO de sede!
E espero sinceramente ver todos um POCO ruim!
Falem pra mim quem tá namorando aí?
Tô sabendo que tem uns e outros bisnagando que eu tô ligado, vou tomar a carteirinha e por pra fora, que baixaria é essa?
Quem foi o autô?
Bom agora vou para o descanso do guerreiro fatigado para amanhã, ah!
Quem num guenta nem vai, ou vai dormir no carro, pq amanhã....
Má tô com frio na barriga, sente o drama, ai ai ai ai ai....
Pq tanto!

quinta-feira, julho 25, 2002

Vamupira-Nabacciera


Uma nova droga, formulada, desenvolvida e testada pelo Funil em pacientes contaminados pelo "namoradicus críticos". Seu efeito é extremamente eficiente e rápido, mas causa efeitos colaterais que abrangem o espectro baladístico do paciente e a maneira como este passa a encarar seus relacionamentos interpessoais. Pode causar dependência físico-química.
Alguns dos efeitos que podem ser citados são o fecha tudo, no qual o paciente não aguenta 10 minutos de pilha que fecha, bar, balada, happy hour, cinema, shopping e quase qualquer coisa desde que acompanhado por outros membros do funil ou com os relacionamentos conquistados devido aos efeitos colaterais, faz-se necessário acrescentar que estes relacionamentos passam a ser curtos, rápidos e objetivos. Outro efeito colateral é o quebra tudo, que produz uma reação de quebradeira geral na balada por parte do paciente, esta quebradeira vai desde ingestão de alcoólicos até contatos inesperados com pessoas amistosas do sexo oposto, gerando algumas catracadas (no bom sentido).

Ps: Um momento de loucura e divagação de quem está sem fazer nada no trabalho!!

Informações fornecidas pelos Turma do Funil® Laboratories.
Pensamento do Dia:

"Pior do que uma pedra no sapato.....só mesmo um grão de areia na camisinha"
(Shun Shei Sha Lin Jiu)

Abraços

Miguelito